Wagner da Silva: “O Inter ruiu”

FOTO: RICARDO DUARTE/INTERNACIONAL

FOTO: RICARDO DUARTE/INTERNACIONAL

O Inter foi mais uma vez inexistente. A defesa, tão comemorada nas primeiras rodadas, desapareceu em Santa Catarina – diante do Figueirense – e nunca mais se teve notícias dela desde então. Meio-campo que não protege a defesa e nem abastece o ataque, não retém a bola e tampouco combate o adversário. Laterais que quando avançam deixam espaços generosos. Quando cruzam, o fazem para ninguém.

O time do Inter é uma edificação que ruiu, esfacelou-se. E não dá nem para dizer que foi na primeira dificuldade pois sucumbimos para o Figueirense e Botafogo, ou seja, não podemos classificar como dificuldade. A campanha que nos levou à liderança foi construída sobre a “areia” e não edificada sobre a rocha do bom futebol. Vamos comemorar a pontuação que temos, mas de uma maneira diferente que há quatro rodadas. Antes aspirando título, hoje como “gordura” para nos manter na briga pelo G-4.

SEIJAS

Entrou muito bem como esperado. Bom jogador. Domínio e tempo, protege bem a bola. Agilidade para posicionar o corpo e efetuar o toque após o domínio. Prevejo que nos dará muitas alegrias. Capacidade técnica ele tem.

FATO NOVO

Fica o temor de um novo “fato novo”, aquele que demitiu Diego Aguirre às vésperas de um Gre-Nal e causou um dos maiores vexames da nossa história. Fica um apelo para a diretoria colorada: “mudem não mudando”, famosa frase de Pedro Paulo Zachia.

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Wagner da Silva, o @Maccaco_Veio, é sócio do @SCInternacional, casado, pai do @Maccaco_Prego. Tão colorado que comemorou gol do rival em rede nacional para empurrar o Inter rumo ao tetra em 2009.

 

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