Grêmio vence o Figueirense aos 48 minutos da segunda etapa

 

 

FOTO: GRÊMIO / LUCAS UEBEL

FOTO: GRÊMIO / LUCAS UEBEL

Logo no início da partida o Grêmio sofreu pressão do Figueirense, sendo agredido com chutes de fora da área. O meia Bady tentou logo aos 7 minutos abrir o placar. Detalhe: Antes, um pênalti não marcado com 1 minuto a favor do Grêmio poderia ter mudado tudo. Werley colocou a mão na bola dentro a área.

Perto dos 15 minutos da primeira etapa o Grêmio teve sua primeira chance de gol quando Fred bateu falta forte em direção ao gol, porém jogando a bola longe. Dá pra referir que nesse monento do jogo o Grêmio ainda “dormia”. Edílson e Thyere batiam cabeça e o ataque catarinense aproveitava, mas não convertia em gols com Rafael Silva e “He-Man”. Grêmio com um comportamento bem diferente se for comparar com o Gre-Nal 410 quando Grêmio entrou desperto desde cedo na partida.

Jogados 25 minutos do primeiro tempo, o Grêmio ainda perecia de acertos de passes e o Figueirense seguia agredindo, acertando passes com destaque para o meia Bady, o “motor” do time catarinense. As transições do Grêmio de ataque e defesa não eram boas. Um dos que mais errava passes era Giuliano. Por sinal uma curiosidade: Durante a semana toda, Roger Machado treinou e muito as “transições” de defesa e ataque, cobrando muito isso. Mas aos 28 minutos realmente o tricolor parece ter despertado! Uma triangulação entre Marcelo Oliveira, Everton e Douglas resultou em um chute do camisa 10. Na sequência em uma saída errada de bola dos catarinenses, o Grêmio agrediu novamente nos mesmos moldes de jogadas trianguladas com chute para o gol. O destaque gremista até então era o volante Jaílson. Firme, com precisão e acertos de passes. Quase aos 35 minutos de jogo houve uma bela escapada do Grêmio e a transição finalmente funcionou! Jogada começou com Walace que conduziu bola até a intermediária. Passou para Douglas que rolou para Luan e… cara a cara com o goleiro desperdiçou. O Grêmio melhorou quando Everton voltou a atuar pelo lado esquerdo, indo pra cima, buscando a jogada e sendo vertical.

Perto dos 40 minutos da etapa inicial Edílson bateu forte perto da pequena área e o goleiro do Figueirense Thiago Rodrigues fez milagre. Tinha endereço o chute do lateral gremista. O Figueirense sumiu na partida desde os 25, 30 minutos. Foi recuando e não criando mais nada de perigo ao Grêmio. O tricolor aproveitou esse comportamento. E na marca dos 45 minutos Walace bate de fora da área e marca. Um gol bonito. Chute forte e resante ao chão. Ele recebeu na intermediária, percebeu que os volantes do Figueirense não vieram marcar e foi adiante até bater. Antes de terminar o primeiro tempo houve escanteio para os catarinenses, mas sem perigo para Grohe.

No começo da segunda etapa com o time igual, Grêmio voltou ligado e com 2 minutos agrediu com pressão forte e chutes de fora da área. Da mesma forma que terminou o primeiro tempo. O Figueirense se defendia muito já no início, não conseguia criar. Mas aos 7 minutos o Figueirense levou algum perigo para o Grêmio com cruzamentos para dentro da área gremista. Mudou seu modo de atuar, colocando o meia Bady mais centralizado e mais na criação das jogadas dos catarinenses.

Perto dos 13 minutos, Douglas tentou bater de fora, mas não surtiu efeito. Nesse momento da partida o Grêmio fazia uma “blitz” em cima do alvinegro de Santa Catarina. Perto dos 21 Douglas novamente tentou novamente, mas dessa vez serviu Luan que errou. Muitas chances perdidas na segunda etapa pelo Grêmio. O Figueirense apenas assistia ao Grêmio. Nada construía. O destaque catarinense, o meia Bady foi substituído aos 23 minutos do segundo tempo, fazendo com que a qualidade do Figueirense caísse mais ainda.

Perto dos 28 minutos o Grêmio rondava a grande área catarinense. Rodava a bola de pé em pé cavando faltas e triangulando passes. Cruzamentos para área e finalizações como a de Giuliano levantavam a tordida. Nesse momento o Grêmio massacrava. Bolaños já tinha entrado no lugar de Luan, mas… mas… o Grêmio esqueceu de defender. E numa escapada no ataque do Figueirense, Rafael Silva cruzou, Fred deu a “casquinha” na bola tentando afastar e Ayrton chegou batendo a empatando. Eram jogados 31 minutos do segundo tempo. E deu o famoso “apagão”. O Grêmio acusou o golpe e quase aos 35 minutos se não fosse o zagueiro Thyere, os catarinenses iriam virar com chance clara do atacante Dodô.

Aos 44 minutos o jogo era igual novamente. Pressão dos dois lados. O Grêmio ainda tentava se organizar, mas nada conseguia. O meia campo do Figueirense controlava mais a bola. A catimba alvinegra era evidente, afinal, estavam muito satisfeitos com o empate. O Mundo Gre-Nal em matéria sobre “Os perigos do Figueirense” alertou alguns detalhes que o Figueirense executou.

Então aos 48 minutos apareceu Bobô! E salvou o Grêmio! O empate já estava encaminhado, o Grêmio nada mais criava. Pedro Rocha tabelou o tempo todo com Bobô até construir o gol que salvou o Grêmio aos 48 minutos do segundo tempo. Detalhe: ambos entraram no lugar de Douglas e Walace. Vitória sofrida, característca do Grêmio em alguns jogos nesse campeonato.

Comentários

Comentários