Sobre Mano Menezes (e outros nomes) como o novo técnico do Inter

FOTO: REPRODUÇÃO TWITTER

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A eleição presidencial do Inter é um complicador para a definição do novo treinador colorado. Mano Menezes, tornou-se o principal nome da gestão para o cargo deixado por Argel Fucks desde que se soube que Vanderlei Luxemburgo e Abel Braga não estão acessíveis, pensa em um projeto a longo prazo para aceitar assumir a casamata do Beira-Rio.

Como Marcelo Medeiros, candidato que desponta como principal adversário de Piffero em dezembro, já tem um acordo com Abel Braga para, caso eleito, o campeão da Libertadores e do Mundial retornar ao Inter, Mano não poderia assinar por mais de seis meses. Não é praxe de uma gestão assumir compromisso com treinador em um prazo além de seu comando. Mano desejaria, contudo, assinar por um período que lhe dê mais segurança. A decisão de demitir Argel vem desde o último domingo, quando o Inter foi derrotado no Gre-Nal e enfileirou cinco jogos sem vitória no Brasileirão.

Desde que deixou o Shandong Luneng, da China, há cerca de um mês, Mano tem descansado e procurado se inteirar sobre o futebol brasileiro. Mano está no Rio Grande do Sul e permanece no Estado até a metade da semana, quando retorna para sua casa, em São Paulo. Visita o neto e a filha, na Capital, além de parentes com residência no interior. Há informações de que as arestas com Vitorio Piffero do início de 2015 estão superadas – o presidente disse que Mano não tinha o perfil para trabalhar com ele no Inter. Mano tem muita simpatia pelo Inter. E desejaria, um dia, treinar o rival do clube que o projetou para o futebol, em 2005.

Como a gestão sabe que Abel Braga não aceitará retornar ao Inter com Vitorio Piffero, pessoas influentes tentarão conversar com Mano sobre assumir até dezembro. A partir do trabalho feito – e do resultado da eleição presidencial – o projeto seguiria. Luxemburgo está fora dos planos, ainda que seja nome forte e desejo de Piffero desde 2015. A rejeição da torcida nas redes sociais fez valer a decisão. Os nomes de Mário Sérgio e Clemer têm apreço da direção. Mário, por seu temperamento “pé na porta” e linguagem dos boleiros, desagrada integrantes do departamento de futebol. Acredita-se que o vestiário possa ser fechado em demasia e que o comando permaneça restrito ao treinador e jogadores.

Lisca, Guto Ferreira, Antônio Carlos Zago e até mesmo Celso Roth também estão na lista de substitutos de Argel. A ver.

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