Ronaldo Rocha: “Pelas minhas contas, com 43 pontos estaremos livres do rebaixamento”

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

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Por um momento, neste último sábado, pensei que poderia colocar a calculadora fora e parar de fazer contas. Imaginei que o pesadelo da segundona, finalmente, acabaria. Ledo engano. Empatamos com o último colocado em casa com o apoio de 40 mil colorados.

O jogo parecia fácil. Abrimos o placar cedo e o segundo gol parecia só questão de tempo. Numa cobrança de falta aparentemente sem muito perigo, ninguém marcou Vitor, que dominou a bola, cortou facilmente Vitinho e cruzou pra Léo Moura, sozinho, fazer o gol.

Logo em seguida, perdemos Eduardo Henrique. Aliás, o volante comprometeu e nos obrigou a jogar parte do primeiro e todo o segundo tempo com um a menos. As vaias a ele enquanto saía de campo foram merecidas. A partir de então, o jogo virou. Ainda assim, criamos duas oportunidades vivas no segundo tempo. Mas não deu.

Não sou um estatístico como muitos da praça, mas me arrisquei a fazer algumas contas aqui.

O Vitória ainda enfrenta Atlético PR em casa, Santos fora, Figueirense em casa, Coritiba fora e Palmeiras em casa. Trabalhando sempre com o pior cenário possível, acredito que o Vitória soma, no máximo, mais 8 pontos.

Mas, considerando que tem 36,4% de aproveitamento no campeonato até aqui, caso tenha esse mesmo aproveitamento nos jogos restantes, soma, no máximo, mais 6.

Assim, como o Inter está dois pontos na frente do Vitória, primeiro time do Z-4, arrisco dizer que, com mais cinco pontos, chegando aos 43, estaremos livres do rebaixamento.

Pra isso, vencer a Ponte Preta em casa e empatar no mínimo dois dos jogos contra Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro e Fluminense será fundamental e necessário.

Oremos. Calculemos.

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