Ronaldo Rocha: “Chuva de gols desperdiçados”

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

A decisão de escalar time misto contra o Atlético-MG até pode ser discutida, mas não podemos negar que foi uma noite de bom futebol a do Inter pela Copa do Brasil. O resultado não diz o que foi o jogo.

Do início ao fim o jogo foi controlado pelo Inter, que teve mais volume, quase sempre esteve no campo ofensivo e criou inúmeras oportunidades. Perdemos o jogo por dois fatores: falhas individuais do Alan Costa no primeiro gol e dos demais jogadores nas finalizações.

Ao todo devem ter sido oito oportunidades claras de gol pro Inter. Vitor, numa noite inspirada, não deixou passar nada além do pênalti. Ou, quando deixaria passar, a bola teimava em ir pra fora. Venceu quem teve mais qualidade técnica e a tranquilidade pra decidir na hora certa.

Essa é a diferença do Galo pro Inter. Teve três oportunidades claras e marcou duas. Já o Inter, oito e converteu apenas uma. Qualidade na hora decisiva.

Enfim, foi um dos placares mais incoerentes que já acompanhei nos últimos tempos. Deve custar a classificação pra final da Copa do Brasil contra, provavelmente, o coirmão.

O lado bom, numa visão otimista que tenta tirar coisas positivas de tudo, é que o Inter confirmou a evolução que vem tendo nos últimos jogos. Não é mais o mesmo time de antes, é melhor. O lado ruim é que jogamos praticamente fora a oportunidade de disputar um título que conquistamos apenas uma vez.

Se continuar assim, com certeza não cai.

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