Opinião: a desclassificação do Inter na Copa do Brasil é culpa exclusiva de Celso Roth

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

O Inter surpreendeu nas duas partidas da semifinal da Copa do Brasil. Tanto o time reserva que atuou no Beira-Rio, quanto na decisão no Independência. Em Porto Alegre, prevaleceu a técnica e o conjunto do Atlético-MG, o melhor elenco do Brasil. Mas em Belo Horizonte, foi Celso Roth quem acabou com qualquer ilusão do torcedor do Inter quanto à vaga na final da competição de mata-mata.

Quando retirou de campo Valdívia, Anderson e Aylon, os três atletas que davam velocidade e estabilidade do meio para a frente, o treinador escolhido pela SWAT colorada para retirar o Inter do atoleiro da Série B transformou um time bem postado em campo e que mandava na partida, em um amontoado de atletas que corriam atrás de uma bola de forma atabalhoada. E, pior, fez o Atlético-MG crescer, qualificar-se na partida e utilizar-se das artimanhas da experiência de Robinho, Pratto e companhia.

Ariel, retornando de lesão no tornozelo, sem qualquer partida após mais de 15 dias no departamento médico, e um atleta sem ritmo de competição como Andrigo, meia que caiu de produção após o Gauchão e mostrou que o Estadual é, sem sombra de dúvidas, um grande engana-bobo, não podem ser a solução para uma partida do nível de necessidade e dificuldade em que seriam necessários 11 D’Alessandros em campo.

Para finalizar o deboche ao torcedor do Inter, o venezuelano Seijas assistiu à batalha do banco de reservas. De forma semelhante à foto utilizada para ilustrar esse texto. Seijas não é solução para o treinador. O único inteligente nas cercanias do Beira-Rio.

Comentários

Comentários