O que mudou no Grêmio com Portaluppi após um mês e dez dias

Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

O que é evidente e acertado é que Renato Portaluppi herdou um time muito bem treinado pelo ex-treinador Roger Machado do meio para frente. O atual técnico gremista preservou o que já estava consolidado e arrumou aquilo que era um problema quase crônico: A zaga e a bola aérea defensiva.

O comando técnico na equipe neste quesito melhorou e muito, além claro, do fator anímico dentro do vestiário e com isso, a retomada de confiança por parte de alguns atletas que já andavam um pouco “desmotivados”. Até agora foram dez jogos com a batuta de Renato e neles, o time tem um aproveitamento de 60%.

O tricolor atua de uma forma diferente desde a chegada de Renato, jogando “mais simples” em muitas vezes dentro dos 90 minutos das partidas e tenta resolver o placar quando o jogo oportuniza de fato chances claras. Desta forma se expõe quando necessário e assim consegue ser letal naquilo que se propõe. Resultados positivos e com poucos gols caracterizam o estilo de jogo atual do plantel gremista.

Outro detalhe muito importante: A marcação homem a homem e não mais por zona é outra qualidade que de fato encaixou e que foi rapidamente entendida pelo grupo de atletas, principalmente no meio campo e na zaga, baixando assim, o índice de gols sofridos nos últimos jogos.

O trabalho de Portaluppi até agora não está sendo questionado e há um desejo de renovação com ele para a temporada de 2017. O Grêmio jogo neste sábado às 19h30min em Santa Catarina contra o Figueirense pela 33ª rodada do Brasileirão com uma escalação reserva: Grohe, Wallace Oliveira, W. Reis, Thyere e Iago; Jaílson, Kaio, Negueba e Miller B., Guilherme e Everton.

 

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