Nova dívida eleva problemas extracampo do Inter e expõe credibilidade da gestão Piffero

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

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O Santa Fe veio a público no final da semana para cobrar o Inter a respeito de uma dívida de R$ 200 mil dólares referentes a uma parcela da negociação de Luis Manuel Seijas. O que se sabe nos bastidores é que o Inter acertou com o clube colombiano um valor na casa dos US$ 300 mil para ficar com o jogador no meio desta temporada. Como acertou apenas parte da quantia, o presidente Cesar Pastrana soltou o verbo para o repórter Matheus D’Avila, da Rádio Gre-Nal:

Os dirigentes do Inter não são sérios.

De acordo com Pastrana, o montante deveria ter sido quitado no último mês. Além de o Santa Fe não ter recebido o dinheiro, nenhum dirigente do Inter teria procurado o clube para justificar a falta do depósito ou pedir um novo período para o pagamento. Ainda é cedo para qualquer questão maior, como ir à Fifa, por exemplo, mas o time sul-americano se sente lesado e afirma que irá até as últimas instâncias para receber o valor.

Não é a primeira vez nesta semana que um dirigente questiona a credibilidade da gestão de Vitorio Piffero. O presidente do Coritiba, aos canais ESPN, declarou que, na condução do negócio com o lateral Ceará, “faltou ética ao Inter”. Rogério Bacelar encaminhou à Justiça o negócio em que o Inter teria ficado devendo R$ 1 milhão ao Coxa. A exemplo do que ocorreu à época, Bacelar justificou que o diretor Marcos Marino “não deixou o jogador viajar para enfrentar o Vitória, mandou o mesmo viajar a Porto Alegre e ofertou R$ 1 milhão por escrito”.

Há algumas semanas, o gestor e administrador Amir Somoggi apontou números que contrastam com os os apresentados pelo clube no Portal da Transparência. A situação gerou uma pequena desavença, quando o vice-presidente Sandro Farias afirmou que os dados do estudioso não tinham fundamentação.

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