Jéssica Loures: “É preciso intervir”

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Não vou usar palavras difíceis ou tentar ser poética quando o momento é catastrófico. Vou tentar ser mais clara do que tenho sido nos últimos posts.

Roth não é o problema, é a consequência das decisões tomadas e assinadas por Piffero. Na partida contra o Atlético-MG, foi possível ver que a equipe se entregou, correu atrás do resultado e se dedicou em campo a cada disputa de bola. É visível que falta qualidade, porém não falta solução. Roth fecha os olhos para o evidente, deixa Seijas e Nico López no banco, quando pode contar com todo o elenco para lutar contra o rebaixamento.

A ignorante convicção de Celso prejudica o rendimento do time e Fernando Carvalho se mostra conivente com as decisões do treinador. Durante a coletiva, Roth afirmou que deixou Seijas no banco pela má atuação contra o Fortaleza, mas seu raciocínio deixa dúvidas quanto às atuações de Paulão e Anderson, por exemplo, que jogaram muito mal contra os cearenses, mas entraram em campo contra o Galo mineiro. Suas contraditórias declarações e contestadas ações precisam de interferência, já que o treinador permanecerá no cargo mesmo sem mostrar evolução em seu trabalho.

Não é hora e nem o momento para escolher um jogador para implicar. É momento de unir o grupo e buscar a melhor formação para enfrentar os próximos adversários diretos que virão. Isso é assumir a responsabilidade e encarar o problema com a maturidade.

Celso Roth está sendo infantil. É preciso abrir os olhos para o óbvio.

Leia a colunista no Guria das Gerais

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