Inúmeras chances de gols e um Grêmio que vacila


FOTO: LUCAS UEBEL / GRÊMIO

Os dois jogos contra os Atléticos do Paraná e o Mineiro mostraram que o Grêmio cria muito. Muito mesmo. Porém a efetividade de gols não retratam esta criação. 

Nós dois embates, um pela Copa do Brasil e o outro pelo Brasileirão o Grêmio mostrou ao torcedor que pode querer mais, afinal o time constrói, articula, monta, norteia e é superior no desempenho. Contudo sabemos que o que move o futebol desde seu início é o gol e o resultado. Isso é fundamental. Contra os paranaenses teve o gol (um resultado magro, mas com vitória). E do meio para o final da partida quase sofrendo o “crime”. Pois bem: o “crime” foi feito no último domingo em plena Arena. Pelo magro resultado de apenas um gol, o Grêmio que criou inúmeras chances de gols acabou sendo punido pela bola tendo como seu algoz o Atlético-MG.

Aquele velho ditado: “Quem não faz?” Leva. E o time de Roger levou o gol quase no final do jogo. Quase assim foi também em Curitiba na última quarta-feira. O que o time de Roger tem de melhorar? Os gols. Converter as chances que cria em gols. Fazer os gols. Ter o gol como meta e assim querer insistentemente até o final dos 90 minutos. 

Talvez por isso, fazendo um apanhado de seus jogos (salvo contra o Corinthians), o Grêmio esteja sendo anulado por ele mesmo. Nesse momento da competição qualquer titubeada é fatal. Agora, a confirmação tem que existir e ser executada, sob o risco de ir ficando na estagnação dentro da tabela. Apesar de ter um jogo a menos (jogo atrasado contra o Botafogo), o tricolor já está a sete pontos do líder Palmeiras com 36 pontos em sexto lugar e fora do G4.

Comentários

Comentários